Espaço Agro Betim https://espacoagrobetim.com.br Casa de ração Thu, 10 Dec 2020 16:11:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 8 dicas para cuidar melhor do seu cachorro no verão https://espacoagrobetim.com.br/8-dicas-para-cuidar-melhor-do-seu-cachorro-no-verao/ Thu, 10 Dec 2020 16:11:38 +0000 https://espacoagrobetim.com.br/?p=19861 Você sabe como cuidar do seu cachorro no verão? Quando chega a estação mais quente do ano, muitas coisas mudam na nossa rotina. Passamos mais protetor solar, nos hidratamos mais e até mudamos a alimentação, mas muitas vezes esquecemos que os nossos animais de estimação também precisam de cuidados diferenciados.

Muitos cães sofrem com o calor excessivo, o que pode ocasionar casos de stresses e até algumas doenças.  Nós separamos algumas dicas de cuidados especiais que você deve ter com seu cachorro no verão.

8 dicas para cuidar melhor do seu cachorro no verão

1- Tosa

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O pelo é a principal proteção dos animais durante o frio. Muitas raças de cães são originárias de países com temperaturas muito baixas, por isso, nas estações quentes eles sofrem com o calor de suas pelagens. Uma boa aparada nos pelos pode fazer com que a temperatura do corpo do seu cão se equilibre. Além disso, no verão os cães se sujam e se molham mais, por isso a tosa também é uma forma de facilitar os cuidados com a higiene do seu pet.

2- Banho

Nada melhor que um banho refrescante para aliviar o calor. Não deixe seu cão por muito tempo sem tomar banho. Uma boa água fresca permite diminuir a temperatura do corpo, além de limpar o pelo do animal, ajudando a eliminar possíveis parasitas que aproveitam o clima quente e úmido para se proliferarem.

Cachorro no verão

3- Um lugar na sombra

Os cães gostam de estar livres para poder correr e brincar, mas nessa época do ano, eles preferem descansar do calor. Então certifique-se de que ele tem algum lugar com sombra. Se seu cachorro fica solto no quintal, é muito importante ter alguma varanda ou árvore para que ele possa se abrigar do sol.

4- Água fresca!

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É muito importante manter o seu cachorro bem hidratado. Nessa época do ano os cães bebem muito mais água do que o normal. Deixe sempre água fresca disponível. Inclua mais bebedouros pela casa. Se seu cão fica solto no quintal, certifique-se de que a água dele está protegida do sol. Você pode até colocar alguns cubos de gelo na água, eles gostam!

5- Cuidado com os parasitas!

Pulgas e carrapatos atacam os cachorros no verão! Essa é a época em que as infestações de parasitas aumentam, por isso redobre a atenção com os medicamentos para proteger seu cão. Lembre-se que é necessário trocar regularmente as coleiras anti-pulgas, talvez agora seja o melhor momento para isso! Procure um veterinário para te indicar as melhores opções.

cachorro no verão

6- Chão quente

Levar o seu cachorro para passear parece uma ótima ideia para aproveitar as férias, mas na verdade é melhor evitar! Isso por que as patinhas dos animais são muito sensíveis ao calor. Imagine só, correr descalço em uma areia muito quente. É assim que os cães se sentem ao andar com as patas nas calçadas e no asfalto quente. Então, evite! Se for preciso levar seu cachorro para fazer as necessidades dele, prefira sair de manhã ou no começo da noite, e sempre toque o chão com as suas mãos para ver se não está muito quente.

7- Dieta: projeto verão

É comum que a alimentação do cachorro no verão mude. Isso acontece pois a digestão gera muito calor. Além disso, com as altas temperaturas o animal acaba brincando e correndo menos, e gasta menos energia Então, nessa época os cães acabam comendo menos. Não o force a comer mais do que ele realmente precisa. Para facilitar a alimentação do seu cão no calor, você pode mudar a rotina, oferecendo a ração em horários mais frescos do dia. Outra dica é incluir as rações úmidas na dieta.

cachorro no verão

8- Nada de sorvete

Nós adoramos nos refrescar tomando um delicioso sorvete. Mas isso não é bom para os cães. Evite dar doces para seus animais, principalmente chocolate, pois pode fazer muito mal para o seu cachorro. Ao invés de sorvete você pode fazer um “picolé de ração”, basta congelar a ração umedecida.

Agora que já sabe como proteger seu cachorro do calor, vocês podem curtir o verão juntos! O maior cuidado que devemos ter com os animais de estimação é dar sempre muito carinho.

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Conheça as principais doenças que afetam os cachorros no verão https://espacoagrobetim.com.br/conheca-as-principais-doencas-que-afetam-os-cachorros-no-verao/ Thu, 10 Dec 2020 16:03:06 +0000 https://espacoagrobetim.com.br/?p=19857 Os pets também aproveitam o verão! Com a chegada da estação mais quente do ano, as rotinas dos cães mudam. Mais passeio ao ar livre, mais banhos, mais tempo livre com as crianças e claro, cuidados redobrados! É nessa época também que algumas doenças se proliferam. Saiba quais são as principais doenças que acometem os cachorros no verão e como cuidar melhor do seu companheiro. Doenças de pele, infestações de parasitas, viroses e verminoses são algumas das doenças que se agravam e tem maior incidência durante o verão.

6 doenças que afetam os cachorros no verão para prestar mais atenção

1 – Infestações de pulgas e carrapatos

Dois fatores são fundamentais para aumentarem a incidência de infestação de parasitas em cachorros no verão. Primeiramente, a umidade e o calor criam o ambiente perfeito para as pulgas e carrapatos se multiplicarem. Além disso, nessa época do ano, é comum que os cães passeiem mais e tenham mais contato com outros animais, que podem estar infectados. Assim, a presença dos parasitas e de possíveis doenças causadas por eles aumenta.

2 – Viroses

Existem vários tipos de viroses que acometem os cães, muitas delas podem causar danos graves. Cinomose, Parvovirose e Leptospirose são alguns exemplos. Essas doenças são altamente contagiosas. As viroses podem ser transmitidas tanto pelo contato com outro animal infectado, como por outros vetores, como é o caso da Leishmaniose, transmitida por mosquitos, ou da Leptospirose, que é transmitida por ratos. Como nessa época do ano há maior proliferação dos vetores transmissores, os cachorros no verão ficam mais vulneráveis à doença. Para evitar é necessário ter a vacinação em dia.

3 – Doenças de pele

Os cães tem a pele sensível, e no verão, a exposição à irradiação solar pode agravar o risco de câncer de pele. Além do sol, as sarnas, os parasitas e até substâncias químicas, como o cloro das piscinas, aumentam a incidência de dermatites e feridas na pele dos animais. Os cães de pelo claro são os que mais sofrem com queimaduras.

4 – Insolação e hipertermia

A insolação acontece quando o animal fica muito tempo sob o sol, preso em locais pouco arejados, ou fazendo exercícios físicos intensos em altas temperaturas. Quando acontece, os cães ficam ofegantes, fraqueza, diarreia e até presença de sangue nas fezes. Em casos mais graves, pode acabar desenvolvendo uma hipertermia, quando o animal não consegue regular a temperatura corporal que fica muito alta e pode até causar a morte.  Raças de focinho achatado, como o Bulldogue, ou as de pelagens densas, como o São Bernardo, são  os mais propensos a sofrerem com a insolação.

5 – Desidratação

Com o calor, os animais tentem a suar mais, perdendo muito liquido, dessa forma, se não tiver água fresca disponível para o cão, ele pode desenvolver um quadro de desidratação. A desidratação pode causar dificuldade de respirar, enjoos, mal estar, vômitos e diarreia.

6 – Otite

A otite é uma inflamação nos ouvidos. Uma das principais causas da otite em cães é a umidade ou água nos ouvidos. Como é comum que o a cachorros no verão passem mais tempo molhados, a incidência de otite aumenta. As raças de orelhas grandes são as mais propensos a desenvolverem inflamações no canal auditivo.

Cuidados especiais com seu cão no verão

Banho, tosa, sombra e água fresca. Para evitar as doenças de verão, é preciso ter cuidados especiais com o seu cão.

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Hipismo https://espacoagrobetim.com.br/hipismo/ Thu, 10 Dec 2020 15:59:52 +0000 https://espacoagrobetim.com.br/?p=19854 Que os cavalos são ótimos atletas, não há duvidas. Os esportes equestres existem desde a Grécia Antiga. Com o passar dos séculos, foram se desenvolvendo para as modalidades que conhecemos agora, como por exemplo o Hipismo.

O cavalo no esporte

Os primeiros indícios do adestramento equestre datam por volta de  1.360 a.C, quando eram treinados para fins militares, na região onde hoje se encontram as terras de Turquia, Síria e Iraque. O lado esportivo dos cavalos ganhou destaque centenas de anos depois. Foi em cerca de 648 a.C, quando a modalidade da corrida de bigas foi inclusa na Olimpíadas da Grécia Antiga .

Inspiradas nos hábitos do dia a dia e nas práticas de caça, surgiram, no século 19, as primeiras provas de salto à cavalo na Europa. Essas competições dariam origem ao que hoje conhecemos como as modalidades de Hipismo.

Origens do Hipismo

A  origem do Hipismo é atribulada ao hábito de caça que os nobres da região do Reino Unido. Em 1868, a  Real Sociedade de Dublin em Bell´s Bridge promoveu uma prova de salto em altura e à distância. As provas eram para testar a capacidade dos cavalos de raça.

Anos mais tarde, em 1881, a  Real Sociedade de Dublin em Bell´s Bridge voltou a inovar, com a criação de uma pista de obstáculos, desenvolvendo o molde que seria usado para dar origem às provas realizadas hoje.

Mas foi somente no início do século 20 que o hipismo se tornou mais próximo do que vemos nas pistas olímpicas. Quando o italiano Federico Caprilli, considerado o pai da equitação, revolucionou a técnica de saltos. O método que ele desenvolveu é utilizado até hoje. Para Federico, o cavalo corre melhor quando tem liberdade de movimento, assim, ele criou um método para que o animal não sofresse com o puxar das rédeas, permitindo que o competidor salte sentado, sem inclinar-se. A técnica foi batizada de “assento adiantado”

A primeira vez que o Hipismo foi disputado como esporte olímpico foi em 1900, em Paris. Depois de um hiato, a modalidade só voltou a ser disputada em 1912 nas Olimpíadas de Estocolmo, e se mantem como modalidade olímpica até então.

Modalidades

O Hipismo é disputado em três modalidades:

Salto:

O atleta percorre uma pista com uma série de 8 a 12 obstáculos obstáculos diferentes, incluindo barras paralelas, fossos e pequenos muros. O objetivo é terminar o circuito no menor tempo possível.  A cada falta, como derrubar elementos da pista ou desviar na trajetória,  o cavaleiro recebe punições que interferem na sua pontuação final.

Adestramento

Nas provas de adestramento, os competidores tem o objetivo de conduzir o animal em uma série de movimentos. Os juízes avaliam a conduta e postura do animal, que deve obedecer os comandos do cavaleiro, sem que ele emita um som sequer, apenas com os movimentos.

CCE:

CCE ou Concurso Completo de Equitação é uma prova considerada o triatlo equestre. A competição é composta por uma prova de salto, uma prova de adestramento e o Cross Country, que é uma prova ao ar livre com obstáculos e tem cerca de 40 a 45 saltos. Toda a prova é realizada em três dias.

Vai praticar Hipismo? Confira alguns equipamentos disponíveis na Agroline:

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Estribo para salto
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Estribo de segurança

O Hipismo no Brasil

Assim como em outros lugares do mundo, a atividade equina como esporte surgiu muito antes da oficialização do Hipismo como modalidade. Um dos primeiros torneios realizados em terras brasileiras, aconteceu em 1641. O torneio de cavalaria foi realizado onde hoje se encontra a cidade de Recife. O evento aconteceu por iniciativa do príncipe holandês João Maurício de Nassau.

Na época colonial, os torneios e corridas eram comuns na região de São Paulo e Rio de Janeiro. Entre os séculos 18 e 19, os fazendeiros e aristocratas participavam e apreciavam as competições, que chamava atenção da nobreza, inclusive do imperador Dom Pedro I e sua esposa Maria Leopoldina.

Foi somente nos meados do século 19, mas precisamente em 1847, que as corridas à cavalo foram oficializadas, com a criação do primeiro Clube de Corridas do Brasil, que teve como presidente Luís Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias, que estimulou a criação nacional de cavalos, importando garanhões Puro Sangue Inglês e incentivando ainda mais o esporte e a criação do Jockey Club Fluminense.

Confederação Brasileira de Hipismo

Com o surgimento e crescimento de vários centros equestres no país e participantes de alto nível, tornou-se necessária a existência de um órgão que organizasse a atividade equestre que crescia no país. Assim, a primeira iniciativa do registro da Federação Brasileira de Hipismo aconteceu em 1935.

Mas foi só depois da criação de federações – exigidas por lei, na época, que nasceu em 19 de dezembro de 1941, no Rio de Janeiro a CBH – Confederação Brasileira de Hipismo – uma iniciativa das Federações Paulista de Hipismo (FPH), Hípica Metropolitana (Rio) e Hípica Fluminense (Niterói).

Veja também: 

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Liga de descanso
capacete-para-hipismo
Capacete para hipismo

Primeiras participações do Brasil em competições

A primeira participação do Brasil em uma competição internacional foi em 1942, no Chile, pouco tempo depois da criação da CBH. Além desta, outras duas competições foram decisivas para o estabelecimento do hipismo no Brasil. Uma foi o envio de uma equipe para a Olimpíada de Londres, em 1948.  Outra, foi a organização do Concurso Hípico Internacional do Rio de Janeiro, em 1950.

O Brasil já conquistou três medalhas em competições olímpicas de Hipismo. A primeira conquista foi o bronze por equipe nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996. Depois também conquistou o bronze por equipe em Sydney no ano 2000.

O primeiro ouro do Brasil veio em 2004, depois de ser eliminado em Sydney, Rodrigo Pessoa conquistou a primeira medalha individual no hipismo, garantindo o primeiro lugar no pódio nas Olimpíadas de Atenas.

Próximos desafios

Recentemente, a equipe de adestramento do Brasil se destacou nos Jogos Pan-Americanos de Lima. O time conquistou, no dia 29 de julho, a medalha de bronze e  ainda garantiu a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020.

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5 opções para acabar com o carrapato no rebanho https://espacoagrobetim.com.br/5-opcoes-para-acabar-com-o-carrapato-no-rebanho/ Thu, 10 Dec 2020 15:56:17 +0000 https://espacoagrobetim.com.br/?p=19852 O carrapato que afeta os bovinos é o Rhipicephalus (Boophilus) microplus. Conhecido entre os pecuaristas, gera inúmeros danos e prejuízos ao animais e à produção pecuária. É um parasita externo que passa parte de sua vida alojado nos bovinos. Assim, causando infecções, miíases, perda de peso, incômodo e coceiras, além de ser vetor de doenças como a tristeza parasitária ou babesiose.   

Para acabar com o carrapato em seu rebanho e garantir a proteção contra a infestação dos parasitas, é importante realizar, com a orientação do médico veterinário de sua confiança, um método de controle estratégico.

Existem várias opções eficazes no mercado para combater e prevenir a presença e os danos do carrapato em sua propriedade. Na Agroline você encontra alternativas como produtos injetáveis, pour on, para pulverização, e até para misturar no sal ou ração. Confira agora 5 opções de carrapaticidas disponíveis na Agroline para resolver esse problema!

5 produtos que são eficazes no combate ao carrapato

1 – Acatack Pour on

Formulado à base de Fluazuron 2,5%, Acatak Pour On, atua no controle do carrapato dos bovinos incluindo as cepas resistentes a organofosforados, amidinas e pireitroide.  Além de interromper o ciclo dos carrapatos, o produto impede sua proliferação.

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É de fácil administração e garante a proteção do rebanho contra o aparecimento de formas adultas do parasita, por um período entre 8 e 12 semanas. O produto pode ser utilizado tanto para tratamento estratégico quanto curativo, tornando-se o produto ideal para o controle de carrapatos.

2- Altis Injetável

O Altis é uma opção injetável para combater o carrapato. Também é formulado à base de Fluazuron, mas na concentração de 12,5%.  Apresenta-se pronto para uso e possui fácil aplicação. Após sua aplicação no animal o produto entra em contato com os líquidos corporais formando um hidrogel que promove a liberação gradativa, estável e homogênea do Fluazuron.

altis

Ideal para ser utilizado em programas de tratamento estratégico de carrapatos principalmente em período chuvoso pela garantia de absorção do produto aplicado.

3- Bayticol Pour on

Com formulação à base de Flumetrina, Bayticol Pour on extermina todas as fases do carrapato de bovinos. Com aplicação prática,  vem pronto para uso e deve ser aplicado com sua embalagem auto-dosadora derramando-se o produto sobre a pele desde a região final do pescoço até a inserção da cauda ao longo da linha dorsal.

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Sua vantagem, está na segurança. A tolerância no local da aplicação é excelente. Não provoca irritações ou descamações. Vacas prenhes bezerros animais fracos podem ser tratados sem problemas. Além disso, não requer período de carência para o leite ou carne.

4- Colosso FC30

O Colosso FC30 é um ectoparasiticida com formulação pioneira de Fenthion, Cipermetrina e 30% de Clorpirifós. Além de combater o carrapato também é indicado para bernes e mosca-dos-chifres. Pode ser usado em pulverizações ou em banho de imersão.

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É indicado diluir 25 mL de Colosso FC30 em 20 litros de água limpa (1:800) e agitar bem até a completa homogeneização da calda. Na pulverização, 3 a 5 litros de calda geralmente são suficientes para molhar todo o animal. Corresponde a aproximadamente 3,7 a 6,2 ml de Colosso FC30/animal; tratamento em dose única.

5-Attack Plus Gado Limpo

O Attack Plus é um produto natural e fitoterápico. É formulado à base de minerais, vitaminas e aminoácidos: Carbonato de cálcio, Enxofre pecuário, Ácido Fólico, Ácido Nitrotínico, Vitamina E, Lisina, Metionina, Sulfato de Cobalto, Sulfato Ferroso, Sulfato de Cobre Pentahidratado, Iodeto de Cálcio, Selenito de Sódio, óxido de Zinco, Aromatizante Red Fruits e Alho Desidratado.

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É indicado para prevenção e controle do carrapato nos bovinos. Controla no animal o desenvolvimento das formas jovens para as formas adultas. Evita a eliminação de ovos nas pastagens, reduzindo assim os níveis de infestação no ambiente e no rebanho. A administração é feita misturando o Attack Plus Gado Limpo no sal ou na ração, de modo que o consumo diário seja de 2 gramas ao dia por animal. Converse com o seu veterinário para escolher as melhores opções de tratamento e prevenção para o seu rebanho.

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O que é Estação de Monta? https://espacoagrobetim.com.br/o-que-e-estacao-de-monta/ Thu, 10 Dec 2020 15:31:37 +0000 https://espacoagrobetim.com.br/?p=19847 Em rebanhos comerciais, o sistema de monta mais primitivo utilizado é aquele em que o touro permanece com o rebanho durante o ano todo. Como conseqüência, os nascimentos se distribuem ao longo do ano, apesar de uma maior concentração durante os meses de julho a setembro. A ocorrência de nascimentos em épocas inadequadas prejudica o desenvolvimento dos bezerros, devido à maior incidência de doenças e de parasitos, ou à menor disponibilidade de pastagens para as matrizes, durante o período de lactação. A maior desvantagem, entretanto, que limita a utilização da monta durante todo o ano, diz respeito à dificuldade do controle zootécnico e sanitário do rebanho, devido à falta de uniformidade (idade e peso) dos animais. Estes fatores acabam por prejudicar a seleção dos bovinos de maior potencial reprodutivo, em detrimento da fertilidade do rebanho.

Como, no sistema de criação extensivo de bovinos de corte, a fertilidade do rebanho apresenta variações vinculadas às condições climáticas, o estabelecimento de uma estação de monta limitada é uma decisão importante e de grande impacto na fertilidade. Ela possibilita um melhor controle sobre o rebanho de cria, adequando o período de maior exigência nutricional (lactação), com o fim da estação seca e início das águas. Como resultado desta prática as fêmeas terão tempo e condições suficientes para se recuperarem, fisiologicamente, até a monta subsequente. A concentração dos nascimentos na época mais adequada do ano resulta em lotes uniformes de bezerros e permite a adoção de diferentes práticas de manejo, que visam à redução da mortalidade e ao aumento do peso à desmama. Desta forma, os esquemas de vacinação, vermifugação, castração e desmama de bezerros, ocorrerão nas idades e épocas corretas. Essa concentração de parições, além de disciplinar as referidas atividades rotineiras de manejo reprodutivo, facilita também a adoção de outras práticas, tais como, a desmama precoce, a suplementação dos bezerros, a sincronização dos cios e a inseminação das matrizes. Em última análise, lotes uniformes de bezerros proporcionam facilidade na comercialização dos animais, ou para a recria na própria fazenda.

Uma outra vantagem de uma estação de monta curta e definida diz respeito ao reprodutor. Um período longo de descanso garante uma plena recuperação do touro, proporcionando menos desgaste e melhores condições para a manutenção da atividade reprodutiva. Assim sendo, bem antes do início dessa estação, os machos inférteis e sub-férteis podem ser identificados e substituídos, por meio de exames andrológicos completos.

A escolha da estação de monta depende de diversos fatores, tais como, condições climáticas, disponibilidade de pastagens, mão-de-obra, época adequada para o nascimento dos bezerros e finalidade da produção, isto é, animais puros ou comerciais.

Fonte: Embrapa

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